segunda-feira, 4 de junho de 2012

Saia com ela de casa

Nós mulheres praticamente nascemos de saias. E por conta da correria diária apelamos para a praticidade de vestir jeans, calça social, leggings. Acabando por aposentar as saias no guarda roupas, esquecendo que existe um leque de opções bacanas para usar no dia-a-dia. Opções essas, que nos deixam mais femininas, releituras que estão bombando em tudo que é canto. E não precisa ser descoladinha para arriscar, pq o visual deve de preferência ser limpo deixando que as mesmas falem por si só.
Minissaia: Símbolo da juventude rebelde dos anos 60, a minissaia de Mary Quant tornou-se peça essencial do vestuário feminino. Popular, por conta dos dias quentes, exige pernas bonitas e quanto mais curtas, mais sequinha quem veste p/ não cair no vulgar. A mini jeans é a mais procurada, pelo simples fato de ser fácil de combinar. Só que há versões atuais dela que vão te fazer cair de amores como a mini de couro, versão reta amarelona, o colorido da estampa étnica, paetizadas e suas vertentes.
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Saia lápis: Famosa nos anos 50/60, tem modelagem justa marcando o corpo, altura pouco acima do joelho. Eram frequentemente usadas com escarpins e twin-sets. Sua releitura ganhou um toque de ousadia, como nessa versão jeans, looks color blocking e utilizada com tops.
Saia Tulipa: Peça sessentista, criada por Pierre Cardin inspirada na flor. Possui corte mais alto na cintura e com pregas que vão desde a altura cós e desaparecem no comprimento. Favorece quem não tem quadril por fazer volume nessa região e quem tem pode usar tbém, desde que opte por cores escuras e controle o volume na parte superior. Fica perfeita com regatinha básica.
Saia Evasê: Conhecida como saia A por possuir o formato da letra, tbém lembra uma cúpula de abajur. Apareceu lado a minissaia, autoria de Mary Quant. Versátil e modesta preserva a silhueta sem marcar portanto, opção adequada para quem está um pouco acima do peso.
Saia Peplum: Releitura anos 50, caracterizada pelo babado na altura dos quadris. Portanto, assim com a Tulipa tbém evidencia o quadril. Deve-se evitar usar com blusas que marquem o ombro para não correr o risco de parecer uma paquita. Vai bem com suéteres, t-shirts, casaquetos, regata.
Saia godê: Saia rodadinha, com bastante volume. Ficou famosa por conta do New Look Dior e rodou mto pelos salões vestindo as moças que dançavam o rock da época. Taí de volta pra gente usar/abusar dela.
Saia Midi: Das pioneiras, diretamente da Belle Époque (anos 10) saiu do armário da sua avó para os desfiles atuais. Nem longa, nem curta. As baixinhas devem usar com salto afim de alongar a silhueta e o restante pode usar com botas e coturnos, de preferência marcando a cintura.
Saia Plissada: Feita com tecido mais fluido, conta com pregas que dão movimento e leveza ao visual. Dos anos 50, já esteve limitada ao uniforme colegial e virou hit da temporada de inverno nas duas versões curta/longa.
Saia Longa: Usada na década de 70 pelas hippies, estampadona coisa e tal. Depois acabou virando marca registrada das evangélicas, tentou voltar lá pelo ano de 2003 sem mto sucesso. E agora parece que engatou de vez, com diferentes estilos: transparentes, estampadas, plissadas, metalizadas. Combinam com regatinhas lisas, t-shirts e look básico, permite o uso de acessórios como bolsas, colares, pulseiras e lenços.
Saia Assimétrica: Ou Mullet, por lembrar aquele rabinho dos anos 80. Já deu as caras em 91 quando Versace exibiu multicores. Para uma composição casual rasteiras, espadrilles, amarrações.
Chictopia

Um comentário:

Jack Stone disse...

Essa ultima foto da saia mullet de oncinha...nossa! Morri! rs - LINDA!