sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Happy New Year 2012

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Menina das tranças

já reparou que o cabelo trançado vem aparecendo em tudo quanto é editorial/revista de moda?
Não é pra menos, leve e romântico com ar despreocupado, o conceito tem tudo a ver com a estação quente. Eu particularmente acho o máximo! Principalmente esse esquema meio preso, meio solto que parece que foi feito com preguiça, sabe?
Tem mil maneiras de brincar com o penteado e não pense 2 vezes antes de abrir a gavetinha do banheiro e resgatar a caixa de grampos, de máxima utilidade na hora de montar o arranjo.
Além do que, sobram opções de acessórios bacanas, inclusive lenços para compor o visual e te deixar com cara de princesa moderna.






quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Oyster Magazine

Ashley Smith by Jason Lee Parry
Queen of the Road - Eu simplesmente amei esse editorial, pq a fotografia parece de filme tipo Thelma & Louise onde a coadjuvante é Ashley Smith com todos seus anéis, jeans-amigo e a botinha surrada pra entrar no clima. Sem falar no top poderoso que encerra o ensaio, fiquei no amor!

Makeup por Sarai Fiszel, Cabelo por Ramsell Martinez














terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Pequenas Histórias


É um filme de segmento infantil, dirigido por Helvécio Ratton, que havia feito O menino maluquinho. E o mais bacana é que retrata histórias da nossa cultura popular, costuradas numa colcha de retalhos por ninguém menos que Marieta Severo, com jeito prosa , sabida mulher da fazenda. O primeiro causo é sobre Iara a sereia do rio que encanta o pescador, interpretada por Patrícia Pillar. Já o segundo, é sobre uma lenda caipira, a procissão das almas da noite de lua cheia, com a interpretação pra lá de gostosa do garotinho Vevé (Constantin de Tugny) que fica impressionado com a fábula e deixa sua imaginação voar longe. O terceiro é um conto de natal, Paulo José interpreta um Papai Noel encrencado que acaba fazendo de sua noite e porventura dos moradores de rua, mais do que especial. E enfim o último, conta as peripécias de José burraldo (Gero Camilo), como no nome sujeito burro que só vendo.
O longa é divertido, de uma ingenuidade. Tenho a impressão que a simplicidade de recursos é proposital no intuito de levar o espectador para bem próximo das crendices popularescas.






Curiosidade: Pequenas Histórias, foi escolhido como melhor longa-metragem infantil pela Academia Brasileira de Cinema em 2009. Ponto pra nós! \o/

sábado, 24 de dezembro de 2011

O nascimento de Jesus - Literatura de cordel

É dia de Natal!

Con$umo não-consciente, mesas recheadas de comida boa, toalha de renda, gente esfomeada impaciente por conta da meia noite que demora a chegar. Crianças dos olhos brilhantes nas fitas e embrulhos de presentes, imaginando o que seria por trás das tantas embalagens coloridas. As tias cercando a tv comentando a novela do horário nobre, seus maridos beliscando frutinhas, castanhas entre um gole e outro enquanto jovens planejam a hora da fuga. Natal é tudo igual. Mas, é uma delícia!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Amor de plantinha

Por que as plantas ficam em casa? Elas limpam o ar que você respira e deixam tudo mais bonito e agradável. Já pensou em desfilar com um berloque verdinho no pescoço?





Compre aqui! Planter Wearable.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Analfabeto secundário


Caracteriza-se por ter sua atenção desviada por trivialidades (os pseudo-eventos criados pela televisão, como as novelas, competições esportivas, etc), orientar-se por uma sucessão de entretenimentos vazios e receber informações políticas sob a forma de comunicação espetacularizada. Próprio dos períodos em que o povo se transforma em público, o analfabeto secundário é contemporâneo de uma época cuja cultura perdeu quase todo traço distintivo e deixou de ser prioridade pública. O analfabeto secundário não se encontra apenas nas camadas mais desfavorecidas da população: longe disso, integra também, em proporção amplamente majoritária, os quadros da elite econômica e política. Sua mídia ideal é a televisão.

Referências: Enzensberger, H.M. Mediocridade e loucura. São Paulo, Ática, 1995.

MINUSKULL


Caixinhas de som potentes e desejadas, disfarçadas de arte. Cabe e decora qualquer canto descolado da casa. E no ponto pra fazer barulho!
Uncrate

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Paixão de verão

Espadrille, chapéu, viseira e bolsa New Order

Bikini Jo de mer, panamá Tua, Espadrille Schutz, shorts Farm

Bolsas Maria Filó, Sandália e tricô Le Lis blanc, moleskine e rasteirinha New Order

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Qual a definição de arte e artista?

Ilustra Xue Jiye

O artista livre trabalha por conta própria, inspira-se e deixa que a imaginação o leve para longe ao invés de produzir aquilo que esperam dele, coloca-se na posição de contestador e muitas vezes pode ser interpretado como louco. Goza de prestígio social apenas quando se torna economicamente rico. Até então é visto como boêmio, vagabundo, brisado dentre outras coisas.
A liberdade artística desafia o comum em busca de uma missão criativa e através de sua escolha exerce um ideal, independente do modo que venha repercutir. O que infelizmente não rende frutos, por sair fora do padrão vigente de associações. Por muitas vezes o próprio artista se submete a trabalhar em cima de uma ideia batida visando a bajulação do gosto comum, em busca de retorno, sucesso fácil perdendo sua identidade. Poucos arriscam-se, assumem o compromisso de criar um projeto independente da recompensa.
A intenção deve partir rumo a uma entrega que o leve a desenvolver uma personalidade artística para que enfim haja reconhecimento/admiração do mesmo.
A transformação do indivíduo em artista parte de uma "morte simbólica", na qual promove o renascimento de um estágio avançado de consciência. O qual lhe permitirá inovar, trabalhar em cima de algo em que acredita. E para isso é necessário eleger um mestre, referência na qual possa espelhar-se afim de percorrer o mesmo caminho do sucesso. Isso nada tem a ver com copiar o trabalho alheio e sim com atitude. O verdadeiro discípulo não é fanático, busca inspiração para transformar seu talento em vocação a ponto de conseguir realizar sua própria obra.
O mistério da criação jamais deve ser desvendado e sim permanecer desde que faça algum sentido.

Pesquisa: MOREIRA, A. A. A. Tuneu, Tarsila e outros Mestres... O Aprendizado da Arte como um Rito de Iniciação. Plexus, 1998