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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Qual o sentido do trabalho?

Por Gary Gutting
Para a maioria de nós, um trabalho remunerado ainda é absolutamente essencial - como sabem bem as massas de desempregados.
                                              O que então, é trabalhar? 
                                               Aristóteles dizia que:
                                
                                              "nós trabalhamos para ter lazer, 
                                               em que a felicidade depende."

Podemos passar por agora a questão de quais  atividades são verdadeiramente agradáveis para seu próprio bem - talvez comer e beber, esportes, amor, aventura, arte, etc e tal. O ponto é que o envolvimento em tais atividades - e compartilhá-los com os outros - é o que faz sua vida boa. Portanto, o Lazer deve ser a nossa meta principal e não o trabalho!
Segundo, Bertrand Russell: "Uma grande quantidade de danos", "está sendo feito no mundo moderno pela crença na virtuosidade de trabalho." Em vez disso, "o caminho para a felicidade e prosperidade encontra-se em uma diminuição organizada do trabalho." Antes que os avanços tecnológicos dos últimos dois séculos, o lazer poderia ser apenas "a prerrogativa de pequenas classes privilegiadas", apoiado por trabalho escravo ou um equivalente próximo. Mas isso não é mais necessário: "A moral do trabalho é a moral de escravos, e o mundo moderno não tem necessidade de escravidão."
Mas o capitalismo como tal, não está interessado em qualidade de vida. É, essencialmente, um sistema para produzir coisas para vender com lucro, maior será o melhor. Se os produtos venderem, porque melhoram a qualidade da nossa vida, muito bem, mas não na questão final por que eles vendem. O sistema funciona pelo menos tão bem que um produto qualquer é vendido não porque é um verdadeiro contributo para o bem-estar, mas porque as pessoas são falsamente persuadidas de que eles devem ter aquilo. Muitas vezes, de fato, é mais fácil convencer de comprar algo que é inferior à que se fazer algo que é superior. É por isso que as lojas estão cheias de produtos que atendem a modismos e inseguranças, mas sem real necessidade humana.
Parece, então, que devemos aumentar o lazer - e tornar a vida mais interessante - por produzirmos apenas o que faz para uma vida melhor. Por sua vez, os trabalhadores têm a satisfação de produzir coisas de valor real.
Mas isso levanta a questão essencial: quem decide o que é de real valor? A resposta do próprio sistema capitalista, os consumidores. Livres para comprar o que eles querem em um mercado aberto. Chamo este capitalismo de a própria resposta, porque é o único que mantém o sistema operacional de forma autônoma, a lei em si. E especialmente apela aos proprietários, gerentes e outros com interesse no sistema.
Mas a resposta não é sincera. Desde nossa infância o próprio mercado tem trabalhado para tornar-nos consumidores, preparados para comprar o que está vendendo, independentemente de sua relevância para o desenvolvimento humano. A verdadeira liberdade exige que nós tomemos parte no mercado como agentes completamente formados, com objetivos de vida determinados não por campanhas de publicidade, mas por nossa própria experiência e reflexão sobre as várias possibilidades de realização humana. Tal liberdade, por sua vez requer uma educação libertadora, não sobre o condicionamento de doutrinação, social ou formação técnica. Mas no desenvolvimento de pessoas capazes de compromissos informadas e inteligentes para os valores que guiam suas vidas.
É por isso que, especialmente em nossa sociedade capitalista, a educação não deve ser principalmente para a capacitação dos trabalhadores ou consumidores (ambas as ferramentas do capitalismo, como os marxistas podem dizer). Em vez disso, as escolas devem procurar produzir auto-determinados agentes que podem ver através dos agrados do mercado e insistir que o mercado ofereça o que eles mesmos decidirem do que eles precisam, para levar uma vida gratificante. O capitalismo, com sua devoção ao lucro, não é em si o mal. Mas torna-se mal quando se controla as nossas escolhas para o nome do lucro.
O capitalismo funciona para o bem somente quando nossas escolhas independentes determinar o que o mercado deve produzir para fazer um lucro. Estas escolhas - de educação liberal agentes livres - irá definir os padrões de produção capitalista e levar a um mundo em que, como disse Aristóteles, o trabalho é para o bem de lazer.
Estamos, infelizmente, longe deste ideal, o que é uma pena e trabalhando.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Outubro ou nada

Na moda, Candy colors dos pés a cabeça.
Tudo tem a ver com a doçura deste mês. Que é tão aguardado pelos pequenos.
E nós que já crescemos, estamos na busca frenética dos resultados ou pensando nas festas de final e começo de ano.
Bons tempos aqueles em que a ansiedade era apenas por conta do esperado brinquedo do nosso dia, dia de natal.
Como adultos, perdemos tempo demais planejando para que tudo saia dentro dos conformes.
No começo da vida não existe segredo, muito menos medo errar. Se a brincadeira não deu certo, basta tentar, tentar e tentar de novo.
Deveríamos aprender a arte da persistência e paciência com elas, as crianças. Que se permitem.













sábado, 29 de setembro de 2012

Eles voltaram

os Camafeus, 
de carinha nova e acompanhado de cristais.  



 

Miu Miu


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Bem vinda Primavera!

Estação alegre das cores,
Serviu de inspiração até mesmo para moda, que veio recheada de opções floridas.
É gostoso caminhar apé e ver os ipês carregados,  crianças brincando até tarde nas ruas pois o dia demora a acabar. E o perfume da dama da noite que se espalha pelo ar.
O humor melhora, as borboletas e os passarinhos ficam mais dispostos. Por conta dessa primavera natural que aguça todos os sentidos.


 





     
     

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

E então, Deus criou a mulher

perfeitinha, como é.
Mas, o culto a beleza foi além do que deveria e hoje as mulheres que estampam as revistas são quase todas artificiais. O que é uma pena.
Tudo tão redondo, tão firme, tão forçado. Que sinceramente, quando vejo as fotos dessas mulheres de uma época que eu sequer existia, fico extasiada! Tamanha delícia, desabrochar.
Tbém queria ter um peitinho pouco maior, me pego pensando:
- Precisa?
Sexy é ter atitude. Desejo. Atualmente estamos mals de referências.
Depois que criei o hábito de colecionar imagens das divas das décadas de 50,60 passei a me enxergar ainda mais bonita diante do espelho. Pois nesse tempo, cada uma era de um jeito, do seu jeito e de falso bastavam os cílios postiços.











Quer ver +? Vintage Girlie Mags

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Cashback

Ben, é um cara mal resolvido e não sabe quais suas reais intenções para com Susy, sua namorada. Peca na sinceridade e acaba sozinho, com tempo de sobra para curtir uma fossa e ler todos os livros que gostaria.
Sua válvula de escape é a Arte. Ele desenha mulheres com suas partes á mostra, sempre atento aos detalhes da natureza de cada uma delas.
De tanto pensar, virou insone e arrumou um trampo no período noturno em um Supermercado, a fim de substituir as 8 horas adicionais do dia. Que de tão demorado, por vezes conseguia pausá-lo, procurando achar alguma graça em toda e qualquer situação cotidiana. Aos poucos Susy deixa de fazer parte da vida de Ben, dando lugar a sua principal fonte de inspiração, Sharon a garota do caixa.




quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Legging, A queridinha!

Bendito seja o dia que ela deixou de ser roupa de academia, fez a vez do jeans e encontra-se disponível em todos os tamanhos, modelos, cores e gostos. E o mais legal é que além de confortável, dependendo da escolha dos itens pode ficar chiczinho ou casual, vai com quase todo tipo de calçado e de quebra ainda modela o corpo. 










segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios


Gratidão. 
segundo o dicionário, reconhecimento (por bem que se nos fez).
Por vezes, somos gratos por tal pessoa de ter quebrado um puta galho, dado o abraço na hora certa ou proferido palavras  necessárias que deram uma clareada na situação, á ponto de te fazer respirar e dizer a si mesmo: Perai! Preciso dar um jeito nisso.
Sou grata áqueles que fizeram isso por mim, inclusive autores de livros que ‘caíram’ nas minhas mãos por um acaso e melhor ainda, com tudo que precisava ler e aplicar na vida real.
Mas, até onde levar essa gratidão?
É maravilhoso exercer o reconhecimento por aquele que te faz/fez bem. E o ideal é que um dia possa retribuir este feito. Desde que não se torne uma dívida.
É exatamente disso que se trata esse filme. Lavínia (Camila Pitanga) vivia pelo avesso e deu sorte do pastor Ernani (Zé Carlos Machado) tropeçar nela, literalmente e fez o que estava ao seu alcance para tirá-la da vida zumbi a qual levava. Primeiro por compaixão, depois paixão e ela respondeu com gratidão e o bem  estar de se sentir amada. Mas, o mundo dá voltas e o amor pra valer um dia chega, com todas as 'dores de delícias' de Caetano. Caso seja recíproco (e não paixonite aguda) resiste, independente do tempo e enredo.




Belo...recomendo!