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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

MAC Strenght Collection

A nova linha de make da MAC promete causar. Começando pela modelo musculosa que a marca escolheu para divulgação dos produtos.
Na paleta de cores, os lábios vão do vermelho ao preto, pra quem tiver peito. E nos olhos tons acinzentados.
Com essa atitude da campanha fica bem claro que força e beleza podem caminhar de braços dados. Que a masculinidade está mais em ser do que parecer.

E aí, vai encarar?

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Um doce novembro

Que de semana faz calor e  feriado esfria.
A gente  aproveita pra tomar uma bebida quente, assistir a tudo que é filme e colocar a leitura em dia.
Rebola na cama pra lá, rebola pra cá. 
Moleza que uma hora há de acabar,
 pq segunda é dia de sol e começa tudo de novo.


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O Piano

Dramalhão Vitoriano, conduzido pela intrigante personagem de Holly Hunter, Ada. Deixou de falar lá pelos 6 anos de idade e comunicava-se através da música que dedilhava no seu piano. De casamento arranjado vai com sua filha Flora (Anna Paquin)  para NZ e bate de frente com o então maridão Stewart (Sam Neill), que não faz questão nenhuma do instrumento e acaba por negociá-lo com Baines (Harvey Keitel)  figura típica da região. O qual fica fascinado pela moça e acaba sugerindo um acordo sacana em troca dela então, tocar o piano. Ada abraça a ideia literalmente, deixando o patrão tão desvairado que ele a trancafia dentro de casa e implora para que ela renda seu amor a ele. Esperta finge algum interesse em troca da liberdade, mas acaba sendo duramente castigada. O que faz com que por pouco entregue os pontos, se não fosse por aquela vozinha. Que vem de dentro sabe? A dela mesma.


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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Sumiço

Tenho andado sumida, sei eu.
Que abandonei as postagens no blog.
E o motivo? Estive fora uns dias.
Buscava oportunidades. Segui o conselho do poeta.



sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Qual o sentido do trabalho?

Por Gary Gutting
Para a maioria de nós, um trabalho remunerado ainda é absolutamente essencial - como sabem bem as massas de desempregados.
                                              O que então, é trabalhar? 
                                               Aristóteles dizia que:
                                
                                              "nós trabalhamos para ter lazer, 
                                               em que a felicidade depende."

Podemos passar por agora a questão de quais  atividades são verdadeiramente agradáveis para seu próprio bem - talvez comer e beber, esportes, amor, aventura, arte, etc e tal. O ponto é que o envolvimento em tais atividades - e compartilhá-los com os outros - é o que faz sua vida boa. Portanto, o Lazer deve ser a nossa meta principal e não o trabalho!
Segundo, Bertrand Russell: "Uma grande quantidade de danos", "está sendo feito no mundo moderno pela crença na virtuosidade de trabalho." Em vez disso, "o caminho para a felicidade e prosperidade encontra-se em uma diminuição organizada do trabalho." Antes que os avanços tecnológicos dos últimos dois séculos, o lazer poderia ser apenas "a prerrogativa de pequenas classes privilegiadas", apoiado por trabalho escravo ou um equivalente próximo. Mas isso não é mais necessário: "A moral do trabalho é a moral de escravos, e o mundo moderno não tem necessidade de escravidão."
Mas o capitalismo como tal, não está interessado em qualidade de vida. É, essencialmente, um sistema para produzir coisas para vender com lucro, maior será o melhor. Se os produtos venderem, porque melhoram a qualidade da nossa vida, muito bem, mas não na questão final por que eles vendem. O sistema funciona pelo menos tão bem que um produto qualquer é vendido não porque é um verdadeiro contributo para o bem-estar, mas porque as pessoas são falsamente persuadidas de que eles devem ter aquilo. Muitas vezes, de fato, é mais fácil convencer de comprar algo que é inferior à que se fazer algo que é superior. É por isso que as lojas estão cheias de produtos que atendem a modismos e inseguranças, mas sem real necessidade humana.
Parece, então, que devemos aumentar o lazer - e tornar a vida mais interessante - por produzirmos apenas o que faz para uma vida melhor. Por sua vez, os trabalhadores têm a satisfação de produzir coisas de valor real.
Mas isso levanta a questão essencial: quem decide o que é de real valor? A resposta do próprio sistema capitalista, os consumidores. Livres para comprar o que eles querem em um mercado aberto. Chamo este capitalismo de a própria resposta, porque é o único que mantém o sistema operacional de forma autônoma, a lei em si. E especialmente apela aos proprietários, gerentes e outros com interesse no sistema.
Mas a resposta não é sincera. Desde nossa infância o próprio mercado tem trabalhado para tornar-nos consumidores, preparados para comprar o que está vendendo, independentemente de sua relevância para o desenvolvimento humano. A verdadeira liberdade exige que nós tomemos parte no mercado como agentes completamente formados, com objetivos de vida determinados não por campanhas de publicidade, mas por nossa própria experiência e reflexão sobre as várias possibilidades de realização humana. Tal liberdade, por sua vez requer uma educação libertadora, não sobre o condicionamento de doutrinação, social ou formação técnica. Mas no desenvolvimento de pessoas capazes de compromissos informadas e inteligentes para os valores que guiam suas vidas.
É por isso que, especialmente em nossa sociedade capitalista, a educação não deve ser principalmente para a capacitação dos trabalhadores ou consumidores (ambas as ferramentas do capitalismo, como os marxistas podem dizer). Em vez disso, as escolas devem procurar produzir auto-determinados agentes que podem ver através dos agrados do mercado e insistir que o mercado ofereça o que eles mesmos decidirem do que eles precisam, para levar uma vida gratificante. O capitalismo, com sua devoção ao lucro, não é em si o mal. Mas torna-se mal quando se controla as nossas escolhas para o nome do lucro.
O capitalismo funciona para o bem somente quando nossas escolhas independentes determinar o que o mercado deve produzir para fazer um lucro. Estas escolhas - de educação liberal agentes livres - irá definir os padrões de produção capitalista e levar a um mundo em que, como disse Aristóteles, o trabalho é para o bem de lazer.
Estamos, infelizmente, longe deste ideal, o que é uma pena e trabalhando.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Outubro ou nada

Na moda, Candy colors dos pés a cabeça.
Tudo tem a ver com a doçura deste mês. Que é tão aguardado pelos pequenos.
E nós que já crescemos, estamos na busca frenética dos resultados ou pensando nas festas de final e começo de ano.
Bons tempos aqueles em que a ansiedade era apenas por conta do esperado brinquedo do nosso dia, dia de natal.
Como adultos, perdemos tempo demais planejando para que tudo saia dentro dos conformes.
No começo da vida não existe segredo, muito menos medo errar. Se a brincadeira não deu certo, basta tentar, tentar e tentar de novo.
Deveríamos aprender a arte da persistência e paciência com elas, as crianças. Que se permitem.













quarta-feira, 19 de setembro de 2012

E então, Deus criou a mulher

perfeitinha, como é.
Mas, o culto a beleza foi além do que deveria e hoje as mulheres que estampam as revistas são quase todas artificiais. O que é uma pena.
Tudo tão redondo, tão firme, tão forçado. Que sinceramente, quando vejo as fotos dessas mulheres de uma época que eu sequer existia, fico extasiada! Tamanha delícia, desabrochar.
Tbém queria ter um peitinho pouco maior, me pego pensando:
- Precisa?
Sexy é ter atitude. Desejo. Atualmente estamos mals de referências.
Depois que criei o hábito de colecionar imagens das divas das décadas de 50,60 passei a me enxergar ainda mais bonita diante do espelho. Pois nesse tempo, cada uma era de um jeito, do seu jeito e de falso bastavam os cílios postiços.











Quer ver +? Vintage Girlie Mags

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Cashback

Ben, é um cara mal resolvido e não sabe quais suas reais intenções para com Susy, sua namorada. Peca na sinceridade e acaba sozinho, com tempo de sobra para curtir uma fossa e ler todos os livros que gostaria.
Sua válvula de escape é a Arte. Ele desenha mulheres com suas partes á mostra, sempre atento aos detalhes da natureza de cada uma delas.
De tanto pensar, virou insone e arrumou um trampo no período noturno em um Supermercado, a fim de substituir as 8 horas adicionais do dia. Que de tão demorado, por vezes conseguia pausá-lo, procurando achar alguma graça em toda e qualquer situação cotidiana. Aos poucos Susy deixa de fazer parte da vida de Ben, dando lugar a sua principal fonte de inspiração, Sharon a garota do caixa.




segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios


Gratidão. 
segundo o dicionário, reconhecimento (por bem que se nos fez).
Por vezes, somos gratos por tal pessoa de ter quebrado um puta galho, dado o abraço na hora certa ou proferido palavras  necessárias que deram uma clareada na situação, á ponto de te fazer respirar e dizer a si mesmo: Perai! Preciso dar um jeito nisso.
Sou grata áqueles que fizeram isso por mim, inclusive autores de livros que ‘caíram’ nas minhas mãos por um acaso e melhor ainda, com tudo que precisava ler e aplicar na vida real.
Mas, até onde levar essa gratidão?
É maravilhoso exercer o reconhecimento por aquele que te faz/fez bem. E o ideal é que um dia possa retribuir este feito. Desde que não se torne uma dívida.
É exatamente disso que se trata esse filme. Lavínia (Camila Pitanga) vivia pelo avesso e deu sorte do pastor Ernani (Zé Carlos Machado) tropeçar nela, literalmente e fez o que estava ao seu alcance para tirá-la da vida zumbi a qual levava. Primeiro por compaixão, depois paixão e ela respondeu com gratidão e o bem  estar de se sentir amada. Mas, o mundo dá voltas e o amor pra valer um dia chega, com todas as 'dores de delícias' de Caetano. Caso seja recíproco (e não paixonite aguda) resiste, independente do tempo e enredo.




Belo...recomendo!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Enfim Setembro,



O que torna sua chegada tão especial é a visita da Primavera, com suas flores e nuances. Assim o  frio vai se despedindo aos poucos, a casa ficando mais alegre.

É tempo de deixar se levar pela inspiração. Estabelecer uma relação com a natureza, música e artes para então trabalhar as relações á sua volta.

Tempo de aliviar a culpa, e ter a consciência de que fez o melhor que pôde. E se mesmo assim não foi feliz, recomeçar com um olhar diferente. Por que não?

O ano está chegando ao fim, mas, ainda dá tempo de contabilizar outras vitórias nos feitos de 2012. 

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Gabriela, Cravo e Canela

Romance quente do baiano Jorge Amado, escrito em 1958. Tão genial, que virou novela em 75 e mais tarde filme nos anos 80. Estrelado por Sônia Braga mega roots, sequer aparava os pelos debaixo do braço. Personagem que fez dela inesquecível, tamanha entrega.
Gabriela está de volta, e quem viu das antigas jura que não é mais a mesma.  Agora interpretada por Juliana Paes, barrenta e encantadora e comparações são inevitáveis.
A história retrata a década de 20, os ciclos do cacau numa terra de ninguém, onde quem vence é o mais forte. E a sociedade patriarcal repleta de seus pré-conceitos, moças castas e a graça/sensualidade das prostitutas que fazem a festa dos coronéis com seus glamourosos figurinos. Eis que chega Gabriela, fugida da seca, moça quase que sofrida se não fosse pelo sorriso convidativo. Tão ingênua, tão safada, tão livre. Ao contrário das demais, não procura bom casamento, tampouco ser 'alguém' na vida. Não seguiu a famosa lição da cartilha, do certo/errado, pode/ñ pode que nos é apresentada assim que temos algum entendimento sobre o que é viver neste mundinho. Apenas vive, por isso cativa, é mulher selvagem que não carrega sonhos, muito menos expectativas e sim o tesão da vida. Mexendo com o imaginário dos demais, inclusive putas que pouco dele desfrutam.


Gabriela de Sônia Braga


Famosa cena da pipa



Filme 1983

Versão 2012 por Juliana Paes

 E o repertório não podia ser outro, senão encantador: 

♫ Ouve aí, é só clicar ;)  

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Agosto mês de Desgosto



Mas, conquanto não pode haver desgosto
Onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê; 
Que dias há que na alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde,
Vem não sei como, e dói não sei porquê.
Luís de Camões

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Paraísos Artificiais




Pense num  lugar incrível. Num grupo de pessoas que viajam com um único propósito: desligar-se do mundo real cinza, corrido e estressado para se reconectarem com a natureza e finalmente deixar a música lhes envolver e  transcender. Tudo mto bacana, mas, o preço da liberdade adquirida pode sair caro. Tbém passei pela fase do encantamento desse universo e curti cada minuto, demasiadamente. Mas, hoje em dia afirmo categoricamente que não vale a pena. Arrependimentos? De forma alguma, experiência de vida. 
O filme retrata em si parte do que a maioria viu ou viveu nesse tipo de habitat dos que se consideram espíritos livres e a viagem nem sempre tem final feliz pois beira os extremos. Na ficção não houve sequer um final entre o casal que apaixonou-se mais de uma vez. E a gente se pergunta, como é que fica?
Não fica. Uma outra história há de ser escrita e que não faz parte do movimento, o qual é efêmero.



"Seus anjos e demônios estão todos dentro de você. As drogas só potencializam o que já existe."
 Mark - Paraísos Artificiais



segunda-feira, 23 de julho de 2012

Sneakers



O tênis de salto acoplado virou febre da noite para o dia, tanto que o termo Sneakers (tênis) foi além da ala fashion e geral já sabe do que se trata. Quem lançou moda foi a grife francesa Isabel Marant, e o sucesso foi de imediato, chamando atenção de outras marcas que não deram trégua. Copiaram sem dó e colocaram a disposição o famoso modelo, entre outras opções com tachas, cadarço e cores variadas, a fim de agradar a mulherada que está em busca da proposta: conforto + estilo. Fui uma das que fiquei na dúvida se queria ou não um desses pra mim. Achei bacana, mas a questão era se, não havia me empolgado com tamanho falatório. Pois, na primeira promoção relâmpago realizada pelo Privalia da Ana Karan oferecendo o objeto de desejo a 100 mangos, lá estava eu sacando do cartão de crédito. E o dito cujo, demoraria mais de mês até chegar, inclusive ainda não chegou. Resta saber se valeu realmente a pena ou ano que vem vai estar encostado no fundo do armário junto aquela bota plataforma ‘pata de bode’ cafona, que sabe-se lá o que me deu na cabeça um dia de querer usar.


Modismo, ou achado?

terça-feira, 17 de julho de 2012

Dobradinha Marilyn Monroe



Aparentemente, Marilyn  não passaria de uma garota comum nos dias de hoje. De estatura mediana, quadris largos, uma barriguinha de leve, sem clareamento nos dentes ou silicone nos peitos, consagrou-se diva da década de 50. Permanece na memória até de quem não viu nem o cheiro, do Chanel n° 5 que ela dizia vestir para dormir. E volte e meia é relembrada pelo glamour e forte presença de espírito, inclusive há pouco virou filme. Interpretada no cinema por Michelle Williams em Sete dias com Marilyn.

O que ela tem de tão especial?
Precisei assistir pelo menos um de seus filmes, antes de acompanhar a recente biografia. Para  tentar compreender o fascínio que essa mulher exercia/exerce até então.

     Quanto mais quente melhor 1959

Comédia em preto & branco, das mais divertidas que já vi. A história é a seguinte: dois músicos figuras, testemunham uma espécie de massacre e dão fuga dos gangstas responsáveis pela chacina. Infiltrando-se numa banda de mulheres e aprontando poucas e boas. Marilyn faz parte da banda. Quão graciosa era! Acho que a coisa ia um pouco além de formas e um rosto bonito. Sua expressão era algo fantástico, mesmo coberta dos pés a cabeça deixava a gente extasiado. 

    Sete dias com Marilyn

É um filme lindo! O qual mostra uma mulher um pouco diferente da que estávamos habituados a ouvir dizer. Da sensualidade gritante explorada na telinha para uma intensa fragilidade, da qual a atriz acabara por entupir-se de barbitúricos a fim de conseguir manter-se em paz consigo mesma. Na trama, o esperto Colin Clark (Eddie Redmayne) assistente de produção/obcecado por Marilyn, é dos poucos que conseguem dar a ela o que realmente precisava. Abraços sinceros! Que na vida real também sentia falta.




Comparações: Todos fazemos, não há como. Michelle consegue em alguns pontos do filme assemelhar-se por demais a Srta Monroe, especialmente do meio pra frente. Porém são pessoas diferentes, existe representação mas, imitação realmente não faria jus. Assim cheguei a conclusão de que talvez esse não fosse o ponto, afinal o que se vê nos olhos da Marilyn de Michelle é uma beleza frágil, errática, quase inocente. Diferentemente da loira exuberante que povoa nossa mente. Que mesmo morta tão nova (aos 36 anos) por uma suposta dose de calmantes, imortalizou-se como a mulher mais sexy do planeta.