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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Um doce novembro

Que de semana faz calor e  feriado esfria.
A gente  aproveita pra tomar uma bebida quente, assistir a tudo que é filme e colocar a leitura em dia.
Rebola na cama pra lá, rebola pra cá. 
Moleza que uma hora há de acabar,
 pq segunda é dia de sol e começa tudo de novo.


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Sumiço

Tenho andado sumida, sei eu.
Que abandonei as postagens no blog.
E o motivo? Estive fora uns dias.
Buscava oportunidades. Segui o conselho do poeta.



segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Cashback

Ben, é um cara mal resolvido e não sabe quais suas reais intenções para com Susy, sua namorada. Peca na sinceridade e acaba sozinho, com tempo de sobra para curtir uma fossa e ler todos os livros que gostaria.
Sua válvula de escape é a Arte. Ele desenha mulheres com suas partes á mostra, sempre atento aos detalhes da natureza de cada uma delas.
De tanto pensar, virou insone e arrumou um trampo no período noturno em um Supermercado, a fim de substituir as 8 horas adicionais do dia. Que de tão demorado, por vezes conseguia pausá-lo, procurando achar alguma graça em toda e qualquer situação cotidiana. Aos poucos Susy deixa de fazer parte da vida de Ben, dando lugar a sua principal fonte de inspiração, Sharon a garota do caixa.




segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Enfim Setembro,



O que torna sua chegada tão especial é a visita da Primavera, com suas flores e nuances. Assim o  frio vai se despedindo aos poucos, a casa ficando mais alegre.

É tempo de deixar se levar pela inspiração. Estabelecer uma relação com a natureza, música e artes para então trabalhar as relações á sua volta.

Tempo de aliviar a culpa, e ter a consciência de que fez o melhor que pôde. E se mesmo assim não foi feliz, recomeçar com um olhar diferente. Por que não?

O ano está chegando ao fim, mas, ainda dá tempo de contabilizar outras vitórias nos feitos de 2012. 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O amor, um jogo perverso de vasos comunicantes



Muitas pessoas duvidam que uma relação onde há diferença de idade possa dar certo. Claro que pode!
Tudo pode dar certo e tudo pode dar errado, e a idade nada tem a ver com isso, é apenas um detalhe na certidão de nascimento. O que transforma nossa vida amorosa num melodrama é a diferença de necessidades. Aí não há casal que encontre seu ponto de apoio, seu eixo e seu futuro.
Um quer compromisso sério; para o outro, amar já é sério o suficiente. Um quer filhos, o outro nem em sonhos. Um quer uma casinha no meio do mato, o outro é curioso, precisa de informação, cinema, teatro, gente. Um valoriza a transa antes de tudo, o outro acha que conversar é importante também. Ao menos, os dois gostam de dançar.
Um quer se sentir o centro do universo, o outro quer incluí-lo no seu amplo universo. Um quer fugir da solidão, o outro aceita a solidão. Um não quer falar de suas dores, o outro pergunta demais. Um briga por amor, o outro silencia por amor. Os dois se amam, isso não se discute.
Um não precisa conhecer o mundo, o outro traz o mundo em si. Um é romântico para disfarçar a brutalidade, o outro é doce para despistar a secura. Um quer muito de tudo, o outro se contenta com o mínimo essencial. Nenhum dos dois liga pra dinheiro, mas o dinheiro quase sempre está no bolso de quem viveu mais. Um fica inseguro, o outro diz que nada disso importa, mas claro que importa.
Um quer que lhe dêem atenção 24 horas, o outro precisa que o esqueçam por uns instantes. Um quer aproveitar cada réstia de sol, o outro gostaria de dormir um pouco mais. Um gostaria de saber o que não sabe, o outro queria desaprender metade do que a vida lhe ensinou. Um precisa berrar, o outro chora. Um quer ir embora e, ao mesmo tempo, não. O outro quer liberdade, mas a dois. Então um se vai e deita em todas as camas, sofrendo. E o outro mergulha sozinho na dor, sobrevivendo.
Diferença de idade não existe. A necessidade secreta de cada um é que destrói ilusões e constrói o que está por vir.
Martha Medeiros 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Medianeras: Buenos Aires na era do amor virtual

É uma história simples, bastante atual de pessoas que na verdade são dois amores e coincidentemente cruzam-se na capital frenética de Buenos Aires e não chegam a se conhecer. De uma fotografia interessante e urbanizada, pontos de vistas são expostos sobre coisas quase insignificantes como plantas que tem vida própria na cidade e medianeras que acabam levando o casal protagonista a um denominador comum, o ♥. E apesar de toda tecnologia que nos fazem cada vez mais solitários, junto a tensões do século 21. É preciso deixar de tanto pensar, de se entupir com informações e olhar para o que temos a nossa volta.
Esse blogue recomenda. ;)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Ocupação Angeli

Eu que já era fã das HQs do cara, passei a curtir ainda mais, depois de ter visto entrevistas dele e visitado a expo no Itaú Cultural. Todo mundo sabe que aqui no Brasil não é nada fácil trampar com ilustração. Falta oportunidade, reconhecimento artístico e mtas outras coisas. Mas, o mais legal disso é quem curte de verdade a parada e insiste, persiste nela. E foi isso que Angeli fez, desenhista desde criança, teimou que queria viver de sua arte e aprendeu que não importa o traço e sim a ideia. O traço pode até ser escrachado, mas, se conseguir agradar geral, vale um pensamento. Suas HQs quase sempre direcionadas para política, sexo e rock agrada gerações de fãs com seu humor e desenho sujo. E assim como a maioria dos artistas de voz ativa, não curte fazer personagens por encomenda e mto menos sair por aí a procura deles. Que nascem de uma boa sacada na vida real e ganha corpo através do pensamento. Quem foi na expo teve o prazer de folhear cadernos de esboços, ler tirinhas de gaveta, ver fotos de arquivos pessoal, como retratos de infância/adolescência. Espiar tirinha de putaria através de buraquinhos na parede. E o resultado não podia ser outro, senão genial.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Todo dia é dia de Índio

E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio


Ilustra behance.vo.llnwd.net

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Caveiras animadas

O ilustrador Michael Paulus, fez uma espécie de raio-x dos desenhos animados que marcaram a infância dos anos 80. O trabalho ficou tão show, que só de bater o olhos vc já identifica de quem é cada esqueleto. Dá uma olhada!






quarta-feira, 28 de março de 2012

E o frio vem de mansinho

Eu que sou fã de carteirinha do verão, ei de concordar que a temperatura quando cai tem lá o seu charme e aconchego.
Me fala se tem algo melhor do que cobertor de orelha, para te dar voltas com os braços?
Ou um caldinho delicioso que dá logo uma preguiça depois de tomar.
Fora o velho e bom chocolate quente, que a gente aprender a amar desde pequeno e traz o conforto de uma noite mais relax.
É outono, que fica indeciso se quer sol ou vento. Derrubando suas florzinhas de ipê de todas as cores na calçada, como um tapete. Recepcionando quem vem por lá, sábia natureza que sabes como arrancar suspiros dos que gostam de apreciar, independente se o dia está corrido.

Ilustra Baubauhaus

quinta-feira, 8 de março de 2012

Ciclos das mulheres

Limpar nosso pensamento, renovando nossos valores com regularidade.
Eliminar da nossa psique as insignificâncias, varrê-las, purificar nossos estados de pensamento.
Cozinhar idéias num ritmo sistemático e especialmente cozinhar muito para alimentar o relacionamento entre nós mesmas e a natureza.


Fonte: Mulheres que correm com os lobos/Clarissa Pinkola Estés

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

La loba

loba via gypsy rose tumblr

Ela é ideia, sentimento, impulso e recordação. Ficou perdida e esquecida no tempo. Ela é a fonte, luz, noite, treva e o amanhecer. Ela é o cheiro da lama boa e a perna traseira da raposa. Os pássaros que nos contam segredos pertencem a ela. Ela é a voz que diz: “ Por aqui, por aqui”. Clarissa Pinkola Estés

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Shishi Yamazaki

YANOYA from shishi yamazaki on Vimeo.



YA-NE-SEN a Go Go from shishi yamazaki on Vimeo.


Que animação gostosa! Dá até vontade de ir pra Liberdade comer camarotes fritos, comprar gatinho da sorte e rodopiar igual!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Promessas de ano novo

Quando o ano vira e lá do céu caem chuva de gotas coloridas, inunda o peito de bons sentimentos e desejo de um ano melhor, mais produtivo, diferente de todos os outros.
E com ele promessas, mtas delas não cumpridas. Mesmo assim a gente faz a listinha das metas e no final das contas, percebe que algumas tiveram sucesso, teve as que foram eliminadas, sendo que outras furaram a fila.
Como de praxe, fiz o planejamento de 2012, pouco mais modesto e não menos importante. Nada mto difícil de cumprir, pequenas atitudes que são significativas tanto para mim quanto para com os que convive comigo.


Ilustra Andre Greppi

Dizer não a qualquer coisa que não seja importante para vc
Pessoas legais tbém dizem não, aos poucos estou aprendendo. Que não dá para agradar ao mundo todo tempo. E que ninguém vai me achar mais chata, pq não estou afim de...
Isso vale desde favores para mãe pidona, até aquela balada sertaneja que vc tem horror, mas, só foi pq todo mundo ia e não teve cara de fugir do role ingrato.

Ficar 21 dias sem reclamar
Tem uma teoria que diz que, se você, durante 21 dias – ininterruptamente – repetir uma ação, ela vira hábito. Existe um movimento mundial de extrema importância que trata exatamente disso: 21 dias sem reclamações! Basta tentar para ver como tudo fica mais leve.

Manter o contato com amigos
A vida de todo mundo com mais de 20 anos é agitada/atarefada. Mas, não custa nada mandar um sinal de fumaça para alguém que está do outro lado, que sente saudade e faz parte das tuas lembranças tão queridas.

Comer mais frutas e saladas
Confesso que ás vezes não como pq me dá preguiça de descascar, lavar, deixar tudo no jeito. E o que é quentinho tem maior poder da atração sobre mim. Por outro lado, priorizar frutas e vegetais é pensar magro. Te dá tudo que precisa (nutrientes) e de quebra menos calorias.

Evitar a gula
Dizem que todos os dias temos 8 minutos de descontrole, que se vc acabar cedendo come tudo o que tem na geladeira. Vou esvaziar a minha se for preciso para não cair mais em tamanha besteira.

Resistir à vontade de ser produtivo o tempo todo
Mania de querer aproveitar o máximo do dia, emendando uma tarefa na outra. Criando feito doida e depois acabar por abandonar projetos no meio.

Limitar o seu consumo de mídia
Porque o seu cérebro só pode processar uma quantidade limitada de informações.

Não seja tão dura consigo
Aceitar que vc é apenas humana e não perfeita. Quando o que se tira é a cobrança o que sobra é a essência, portanto a melhor parte.

Ação desinteressada
Fazer pq se sente bem, e não esperar que o outro faça o mesmo. Pq não faz!
Cada qual tem sua maneira de enxergar e atribuir valores as coisas, portanto a reação do outro não deve te incomodar, se sua parte foi feita já está valendo.

Consumo consciente
O armário está abarrotado, mas, a impressão que dá é que sempre falta alguma coisinha. Fora as mtas opções aprazíveis do mundo fashion. Mas, atitude verde tbém está na moda e o lance é reciclar e comprar apenas o que se faz necessário. Eu juro que chego lá!;)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Analfabeto secundário


Caracteriza-se por ter sua atenção desviada por trivialidades (os pseudo-eventos criados pela televisão, como as novelas, competições esportivas, etc), orientar-se por uma sucessão de entretenimentos vazios e receber informações políticas sob a forma de comunicação espetacularizada. Próprio dos períodos em que o povo se transforma em público, o analfabeto secundário é contemporâneo de uma época cuja cultura perdeu quase todo traço distintivo e deixou de ser prioridade pública. O analfabeto secundário não se encontra apenas nas camadas mais desfavorecidas da população: longe disso, integra também, em proporção amplamente majoritária, os quadros da elite econômica e política. Sua mídia ideal é a televisão.

Referências: Enzensberger, H.M. Mediocridade e loucura. São Paulo, Ática, 1995.