Gratidão.
segundo o dicionário, reconhecimento (por bem que
se nos fez).
Por vezes, somos gratos por tal pessoa de ter quebrado um
puta galho, dado o abraço na hora certa ou proferido palavras necessárias que deram uma clareada na
situação, á ponto de te fazer respirar e dizer a si mesmo: Perai! Preciso dar um jeito
nisso.
Sou grata áqueles que fizeram isso por mim, inclusive
autores de livros que ‘caíram’ nas minhas mãos por um acaso e melhor ainda, com
tudo que precisava ler e aplicar na vida real.
Mas, até onde levar essa gratidão?
É maravilhoso exercer o reconhecimento por aquele que te faz/fez
bem. E o ideal é que um dia possa retribuir este feito. Desde que não se torne
uma dívida.
É exatamente disso que se trata esse filme. Lavínia (Camila
Pitanga) vivia pelo avesso e deu sorte do pastor Ernani (Zé Carlos Machado) tropeçar nela, literalmente e fez o que estava ao seu alcance para tirá-la da vida zumbi a qual levava. Primeiro
por compaixão, depois paixão e ela respondeu com gratidão e o bem estar de se sentir amada. Mas, o mundo dá
voltas e o amor pra valer um dia chega, com todas as 'dores de delícias' de Caetano. Caso seja recíproco (e não paixonite aguda) resiste, independente do tempo e enredo.
Belo...recomendo!
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